Se os cômodos contam histórias de criação, o Bar Hemingway é o palco das lendas. Diz-se que em 1944, Ernest Hemingway Entrou com soldados para “libertar” o bar dos nazistas, brindando a vitória com champanhe. Ali, os coquetéis são mais do que bebidas — são capítulos de uma literatura líquida. Cada copo parece carregar um toque de charme boêmio e a sensação de liberdade que sempre cercou o escritor.