Dolce Vita on the High Seas
E capolavoros náuticos para satisfazer os desejos de reis e rainhas
Abonança que veio depois de uma devastadora tempestade no Iseo, um gracioso lago no norte da Itália entre Bérgamo e Bréscia, dura até hoje para a família Riva.
Em 1842, vários barcos foram danificados deixando pescadores desam-parados. Mas um habilidoso campinteiro, recém chegado do Lago Como, trouxe consigo os bons ventos com seu talento e vontade de fazer a diferença por onde passava. Pietro Riva, fundador da marca náutica mais famosa do mundo, consertou muitas embarcações e devolveu a alegria aos pescadores. Ganhou confiança, prestígio e certamente apoio dos locais para abrir o estaleiro Sarnico naquele mesmo ano.
Seu filho, Ernesto, deu um tom diferente e expandiu o business do pai com estilo, glamour e motorboats de combustão interna com casco de madeira. O visionário neto Carlo acelerou ainda mais na mesma direção e transformou a Riva num hit. Uma crescente que extrapolou as fronteiras náuticas representando à altura um lifestyle que apelidamos de "dolce vita in alto mare". Algo colorido, alegre, deslumbrante, autêntico e saboroso como o berço da Riva que é a região do Lago Iseo. Esse canto da Itália é para poucos e bons com suas pequenas vilas, inúmeros restaurantes familiares e infinitos brindes ao por do sol.
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Em 2001, Carlo conduziu a marca da família para um novo patamar: a empresa passou a fazer parte do seleto portfólio do grupo Ferretti que é líder mundial no setor náutico de luxo. Um ecossistema que lapidou ainda mais as jóias produzidas por um "time de toda a vida" como é o caso de Mauro Micheli
designer que começou a trabalhar com os Riva há 25 anos no estaleiro de Sarnico e segue até hoje atendendo a marca pela Officina Italiana Design ao lado do sócio Sergio Beretta. "Nosso objetivo é criar barcos elegantes e atemporais. Por isso não seguimos tendências do momento a todo custo”, revela Beretta.
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Indeed, Riva Boats significa a certeza de que vamos além das mais refinadas expectativas de elegância, status e perfeição. E foi assim desde o início com o "luxury sailing car" Ariston lançado em 1950, o Flórida que entrou em cena 2 anos depois e o "clássico dos clás-sicos" Aquarama que causou frisson por décadas após sua estreia em 1962. Era o Aquarama
que causou frisson por décadas após sua estreia em 1962. Era o Aquarama nos mares guiado por entusiastas da marca como Bardot e Sinatra e o Porsche 911 na terra.
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De 2001 para cá, o ritmo de lançamentos se tornou mais frenético com pelo menos uma novidade por ano sempre com detalhes em Aquamarine: cor entre verde e ciano que é uma das marcas registradas da Riva Boats.
Uma intensidade que extrapolou a capacidade do estiloso e tombado estaleiro de Sarnico (com 36.000 m2). Hoje, existem outros dois: La Spezia (28.000 m2) e Ancona (80.000 m2).
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Esses são os berços dos motorboats, yachts e superyachts que deslizam sobre os sonhos de muitos e também sobre a realidade de um grupo seleto de clientes fascinados pelo lifestyle da Riva que ganha vida em objetos de decoração, lounges em destinos do savoir vivre como Veneza, Paris e Mônaco e, até mesmo, em um prédio inteiro em Fort Lauderdale - a Yacht Capital dos EUA. E assim, depois de mais de 180 anos, a farta bonança Riva deságua em 2024 com o 70 metri. "Este superyacht é um manifesto de estilo, design e inovação que conduzirá nossa fantástica frota de novas obras-primas com elegância majestosa pelos mares do futuro", revela CEO do Grupo Ferretti, Alberto Galassi.
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