A marca suíça de alta relojoaria Audemars Piguet e a
editora de luxo Assouline celebram o 50º aniversário de
Royal Oak com um livro para colecionadores.

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Royal Oak: From Iconoclast to Icon. Escrito pelo premiado jornalista cultural Bill Prince, o livro apresenta a história de Royal Oak a partir de uma perspectiva ampla, ao mesmo tempo em que lança luz sobre novos temas descobertos pelo Patrimônio Audemars Piguet, trazendo testemunhos exclusivos de amigos de longa data da marca suíça. A animada narrativa é ilustrada com imagens de seis décadas de arte, arquitetura, moda, música e história, acompanhando a evolução deste relógio pioneiro amado desde sempre por quem busca inovação, formadores de opinião e celebridades influentes ao redor do planeta.

Audemars Piguet e Assouline comemoraram o lançamento do livro, um table book de design elegante, com 31 x 39 centímetros, envolto em um estojo protetor, com eventos em Londres, Nova York e Los Angeles. “A beleza de Royal Oak: From Iconoclast to Icon reside na perfeita harmonia entre a modernidade da obra e a fabulosa história que traz em seu interior. Uma ponte entre passado e futuro, o livro representa uma notável homenagem à herança deste icônico relógio e às pessoas que contribuíram para o seu sucesso ao longo destas cinco décadas”, disse François-Henry Bennahmias, CEO da marca Audemars Piguet.

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ESPORTE E REQUINTE SE MISTURAM

A obra de 296 páginas conta em detalhes como o relógio criou um alvoroço após seu lançamento, em 1972, com sua armadura de aço inoxidável com acabamento manual. Ele trazia o mais fino movimento mecânico de corda automática de sua época e brilhou ao redor do mundo nas décadas que se seguiram. Definitivamente, esse ícone da relojoaria de luxo merece uma suspensão do tempo para que todos possam perceber seus detalhes
ímpares. Esplêndido até hoje, ele foi um divisor de águas. Pela primeira vez, o aço ganhava o mesmo status do ouro. E mais: era um relógio sofisticado adaptado ao estilo de vida de quem o usava, invertendo processos e quebrando códigos sociais rígidos. Em uma década, foram lançadas cerca de 60 variações com seis calibres diferentes.

Um dos relógios mais procurados do mundo, o Royal Oak inclusive ganhou edição comemorativa pelas suas cinco décadas no primeiro semestre. Inspirado pela cultura, pelas mudanças artísticas e industriais da década de 1960 e início da década de 1970, este relógio que sempre mirou o futuro antecipou uma estilo de vida mais ativo e casual, enquanto anunciava o início de uma nova era de alta relojoaria, combinando esportividade e requinte. “Tivemos que desenvolver um modelo ao mesmo tempo esportivo e com espírito elegante, adequado a trajes noturnos e para as atividades diárias do homem de bom gosto dos nossos dias”, comentou Georges Golay, Diretor Geral da Audemars Piguet de 1966 a 1987.

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“Tivemos que desenvolver um modelo ao mesmo tempo esportivo e com espírito elegante, adequado a trajes noturnos e para as atividades diárias do homem de bom gosto dos nossos dias”

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UM LEGADO CULTURAL

O livro lança luz sobre os principais modelos Royal Oak que marcaram a evolução do design da coleção desde 1972, culminando com uma seleção de modelos de 2022 comemorando o 50º aniversário do relógio. Ele foi criação da mais antiga fabricante de relojoaria fina – criada em 1875, em Le Brassus, na Suíça, onde está sua sede até hoje.

Apesar de ser um ponto fora da curva quando nasceu, o Royal Oak logo descobriu uma
audiência poderosa e influente entre os jovens de espírito livre, que reconheceram a audaciosa mistura de avanços tecnológicos e savoir faire ancestral. O relógio tem sido um terreno inovação constante, conversando com arte, música, arquitetura e esportes. Hoje, uma peça cultural que ultrapassa os limites da relojoaria, um objeto que permanece em um mundo da obsolescência, incorporando a liberdade criativa e o espírito livre daqueles que contribuíram para escrever sua história.

Promovendo a jornada cultural única do Royal Oak, Bill Prince também dá voz ao que chama de “Generation Royal Oak”, um grupo de conhecedores de relógios que atingiu a maioridade após o lançamento do relógio e cujas conquistas refletem o mundo globalizado e os movimentos culturais que os inspiraram. Esta turma inclui notavelmente nomes como Kevin Hart, Bjarke Ingels, Elle Macpherson, Mark Ronson, Serena Williams e Ning Zetao, para citar alguns.

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O ENCONTRO DE DUAS MARCAS INOVADORAS

Para este ambicioso e belo projeto, a refinada Audemars Piguet escolheu uma parceira de peso para trabalhar e colaborar: a editora de luxo Assouline, reconhecida por seus títulos sofisticados e ao mesmo tempo completos e de profundidade. E o resultado é uma obra que reflete a mistura intrigante da herança, legado e inovação das duas marcas, bem como sua dedicação apaixonada ao fazer manual, com técnicas ancestrais, precisão e excelência, um verdadeiro livro de referência cultural e um objeto de design atemporal feito à imagem de Royal Oak, um relógio de importância declarada, que não se dilui com o tempo, para ser passado de geração a geração.

“Trabalhar neste livro foi um sonho. Tive muita liberdade dentro de um quadro muito específico. O livro é forte e preciso – o DNA Royal Oak no papel”, comparou Prosper Assouline, o cofundador da editora Assouline.