Os mistérios milionários da Cartier e Bvlgari

As joias não são apenas peças exclusivas, mas testemunhas de histórias fascinantes que atravessam gerações.

Algumas das criações mais icônicas da Cartier e Bvlgari desapareceram misteriosamente, ressurgindo décadas depois em leilões milionários, despertando o fascínio de colecionadores e historiadores. Vamos mergulhar nos segredos e destinos surpreendentes dessas obras-primas da alta joalheria.

Colar Cartier Mystery: um tesouro esquecido

Criado originalmente para a realeza, o lendário Colar Cartier Mystery desapareceu sem explicação, deixando especialistas e colecionadores intrigados. Décadas depois, a peça ressurgiu em um leilão exclusivo, sendo arrematada por uma quantia astronômica. O comprador? Um colecionador privado que há anos buscava raridades perdidas da Maison Cartier.

O diamante Hutton-Mdivani: uma pedra com passado ilustre

Com impressionantes 15.38 quilates e um tom verde hipnotizante, o diamante Hutton-Mdivani pertenceu à herdeira Barbara Hutton, uma das mulheres mais ricas do século XX. Perdido após sua morte, a joia só reapareceu em 2016, sendo vendida por milhões a um comprador anônimo. O fascínio por sua origem e beleza única continua a torná-lo um dos diamantes mais cobiçados do mundo.

O Tutti Frutti Necklace: o legado de Wallis Simpson

Criado nos anos 1930, o icônico Tutti Frutti Necklace foi adquirido por Wallis Simpson, Duquesa de Windsor, conhecida por seu gosto refinado e coleção extravagante de joias Cartier. Em 1987, um comprador misterioso arrematou a peça, que permaneceu longe dos holofotes até 2010, quando foi vendida novamente por US$ 12,3 milhões em um leilão histórico. Um verdadeiro testemunho do requinte atemporal da duquesa.

O "Stolen Stone": o diamante roubado da Bvlgari

Em 1960, um assalto cinematográfico resultou no sumiço do “Stolen Stone”, um diamante raríssimo da Bvlgari. Durante 20 anos, seu paradeiro foi um mistério até reaparecer subitamente em um leilão nos anos 1980. Arrematado por US$ 5,9 milhões, a identidade do comprador nunca foi revelada, aumentando ainda mais o mistério e o encanto dessa pedra preciosa.

O colar Cartier Saint Laurent: uma peça para a história

Criado para Yves Saint Laurent, este colar Cartier tornou-se uma das joias mais desejadas do mundo da moda e do colecionismo. Após seu desaparecimento da fundação do estilista, o colar ressurgiu em 2019, sendo vendido por um valor milionário. Sua redescoberta reafirmou o legado eterno de YSL, um ícone que continua a inspirar gerações.

A cobiçada Coroa Bvlgari de Elizabeth II

Uma peça digna da realeza, a coroa Bvlgari de Elizabeth II desapareceu dos registros históricos por anos. Quando finalmente foi recuperada, um comprador privado garantiu sua posse, apenas para revendê-la em 2021. Dessa vez, a joia foi adquirida por uma instituição pública, onde permanece em exibição, encantando admiradores da história e da alta joalheria.

O Cartier Chelsea: o anel desaparecido de Chelsea Clinton

Presente de casamento luxuoso, um anel Cartier dado a Chelsea Clinton sumiu de forma misteriosa, alimentando especulações sobre seu paradeiro. Quando finalmente reapareceu em um leilão exclusivo, foi vendido por US$ 4,2 milhões a um colecionador europeu, que agora detém esse símbolo de sofisticação e mistério.

Essas joias icônicas não são apenas acessórios, mas narrativas esculpidas em ouro, diamantes e mistério. Cada peça carrega consigo o legado de seus donos, as mãos que as usaram e os olhos que as cobiçaram. Enquanto algumas permanecem sob posse de colecionadores privados, outras brilham novamente, relembrando ao mundo a atemporalidade e o fascínio da alta joalheria.